Zissou apresenta cama que desafia a gravidade na Bienal de Arquitetura

Arte

25/03/2026

Zissou apresenta cama que desafia a gravidade na Bienal de Arquitetura

Em colaboração com Rodrigo Ohtake, a marca transforma o sono em experiência sensorial no Bienal de Arquitetura Brasileira, com instalação imersiva que convida o público a flutuar

Por Redação

A Zissou escolhe a Bienal de Arquitetura Brasileira como palco para apresentar um novo capítulo na forma de pensar o descanso. Em colaboração com o arquiteto Rodrigo Ohtake, a marca lança a cama Lumo em um espaço sensorial que convida o público a desacelerar — e, quem sabe, reaprender a dormir.

Instalada no Parque Ibirapuera, em São Paulo, a experiência propõe um ambiente de descompressão onde o design encontra o silêncio. No centro, a Lumo parece desafiar a gravidade: sua estrutura desaparece aos olhos, criando a sensação de que cama e colchão flutuam no ar. “Lumo flutua e não é uma metáfora. A estrutura desaparece e o sono se separa do ruído e de tudo que já não importa”, descreve Ohtake.

Disponível nos tamanhos casal, queen e king, a peça combina estética e funcionalidade. O revestimento em tecido importado aveludado aparece em tons sóbrios como bege, cinza, chumbo e oliva, enquanto a cabeceira, que abraça a cama, incorpora laterais em laminado nogueira com tomadas embutidas — incluindo entrada USB e cabo C —, traduzindo o luxo contemporâneo em conveniência silenciosa.

Cama Lumo, por Rodrigo Ohtake para a Zissou / Imagens: Pedro Bonacina e Renata Terepins

Mais do que apresentar um produto, a instalação propõe uma pausa coletiva. Colchões e travesseiros ficam à disposição dos visitantes, incentivando a experimentação e criando uma atmosfera quase onírica em meio à programação da Bienal. “A ideia é que o público interaja com os produtos e encontre sua própria relação com o descanso, em um espaço pensado para relaxamento e reconexão”, afirma Ilan Vasserman.

A participação da Zissou se estende ainda a outros ambientes da mostra, onde a marca explora diferentes linguagens arquitetônicas para evidenciar a versatilidade de seu portfólio — sempre com o mesmo convite implícito: desacelerar como um ato de sofisticação.

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