O pioneirismo feminino no comando da SailGP

Destaque

09/03/2026

O pioneirismo feminino no comando da SailGP

Créditos: AT Films/Mubadala Brazil

Brasil sediará a etapa sul-americana do campeonato global de vela nos dias 11 e 12 de abril

Durante a Semana Internacional da Mulher, a SailGP traz à pauta a participação feminina na competição. A liga reúne homens e mulheres competindo em funções equivalentes e com os mesmos equipamentos. A etapa brasileira do campeonato será realizada nos dias 11 e 12 de abril, com o Enel Rio Sail Grand Prix na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Será o primeiro evento da liga na América do Sul.

A competição mantém o Women’s Performance Program, iniciativa voltada à participação de atletas mulheres. Desde 2021, as equipes da SailGP devem incluir mulheres competindo em todas as etapas da temporada. O programa também prevê caminhos profissionais para atletas e profissionais mulheres nas equipes.

Atletas participantes do SailGP Women’s Performance Camp em 2025 (Simon Bruty/SailGP)

“O Dia Internacional da Mulher é um momento poderoso para refletirmos sobre os avanços, mas na SailGP nosso compromisso com a equidade de gênero é permanente. Temos orgulho de ser um dos poucos esportes globais em que homens e mulheres competem juntos em funções idênticas. A ascensão de atletas como Martine Grael, do Mubadala Brazil SailGP Team, demonstra como será o futuro do esporte de alta performance: inclusivo, ambicioso e movido pela excelência”, afirmou Natalie Fortier, Diretora Global de Comunicação e Impacto da SailGP.

Protagonismo feminino no time brasileiro

O Women’s Performance Program da SailGP resultou em um marco para a vela brasileira. Em 2024, Martine Grael tornou-se a primeira mulher a assumir a função de piloto na história da liga. Desde então, ela lidera o Mubadala Brazil SailGP Team.

Martine Grael (Créditos: AT Films/Mubadala Brazil)
Martine Grael (Créditos: AT Films/Mubadala Brazil)

“Competir e liderar nessa liga não é apenas um marco pessoal, é a comprovação de que, quando criamos oportunidades iguais e um ambiente que valoriza todas as vozes, alcançamos performance e inovação. E isso se reflete em cada regata, na preparação, na estratégia do time e no impacto que geramos para as futuras gerações de mulheres na vela”, disse a bicampeã olímpica e capitã do Mubadala Brazil SailGP Team.